What’s there beyond Stranger Things

Opening sequence from Stranger Things (2016—)

– você pode ler este artigo em português aqui

¶ I’ve been watching more series than movies fora a while now, I’m even thinking that movies in general aren’t as deep as series for not having enough time to develop the characters. But that’s not what I’m here to write for. With Stranger Things’ premiere, the typographic community is excited with the all type opening sequence, but there are several other interesting things in series, good or bad, and that’s what I’ll focus. The idea is to point stuff…


Uma análise do cifrão na história da moeda de papel no Brasil

Resumo:

Este artigo tem o intuito de observar o uso dos símbolos monetários cifrão e dólar no século 19 e início do século 20 nas moedas de papel brasileiras. Para caráter de análise, define-se aqui o cifrão como o caractere formado por um “S” cortado por duas barras verticais ($)e dolar como o “S” cortado por apenas uma barra vertical($). O intuito é estudar a evolução da forma e contexto dos caracteres a partir de 1810, data da mais antiga cédula catalogada no livro Dinheiro no Brasil, por Florisvaldo Trigueiros, e analisar também sua representação em texto até o atual modelo…


O que tem de interessante por aí além de Stranger Things

Abertura de Stranger Things (2016—) com aITC Benguiat, por Ed Benguiat, 1977 e ITC Avant Garde Gothic, por Herb Lubalin & Tom Carnase, 1970 como aponta Miguel Sanz no Fonts in Use

¶ Tenho assistido muito mais séries do que filmes já há algum tempo, inclusive cada vez mais acho que os filmes em geral ficam rasos por ter menos tempo para desenvolvimento dos personagens. Mas não é sobre isso que escrevo aqui, com o lançamento de Stranger Things, a comunidade tipográfica está glorificando (com razão) a sequência de abertura 100% com tipografias, porém há várias outras coisas interessantes no…


e outras memórias relacionadas até jul. de 2016

*Escrevo este texto como um início de exercícios pessoais, pretendo escrever coisas mais interessantes do que minha vida posteriormente, prometo.

Letras que caligrafei no workshop com Jean François Porchez durante o DiaTipo SP 2015

Eu poderia dizer que minha história com a tipografia começa com meus avós, um foi tipógrafo, outro tinha cuidado caligráfico ao escrever no dia-a-dia, mesmo que de maneira informal, mas isso seria forçar a barra. Porém, por curiosidade, uma vez durante uma conversa com meu avô tipógrafo, ele me contou que nos tempos da oficina tipográfica em que trabalhava o pessoal dizia que a tinta entrava nas veias e aquilo virava vício. Me identifico completamente. Inclusive acrescento que a tinta…

Diego Maldonado

Tipógrafo e type designer tentando aprender a escrever

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